Mostrar mensagens com a etiqueta 7ºC. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta 7ºC. Mostrar todas as mensagens

29/05/2021

Propostas de Escrita Criativa (4) | Professora Paula Ferreira

 

Textos elaborados pelos alunos- Propostas de escrita criativa


Texto

 

O baile de máscaras

  

O céu decidiu fazer um baile de máscaras e juntou todos os elementos naturais.

O primeiro convidado a chegar foi o sol e estava muito alegre; logo, de seguida, apareceu a chuva; passado algum tempo, chegou o relâmpago acompanhado pelo nevoeiro; depois, surgiu o arco-íris e atrás dele apareceu a nuvem um pouco deprimida por ver quem estava, na festa, mas engoliu a saliva, recompôs-se e sorriu e o vento que chegou sozinho - quer dizer, apenas, acompanhado por algumas folhas- foi o último a comparecer.

Perante todos os convidados, o céu ordenou:

- Caros convidados, ides dançar com alguém e quando a música parar de tocar, deveis trocar de máscaras.

Os elementos presentes começaram a dançar, até que o trovão- aquele que não tinha sido convidado- apareceu a ribombar de raiva e com a ajuda do relâmpago, atirou muitos raios fulminantes que acabaram por destruir o ambiente e provocar um grande incêndio, naquele salão, onde decorria o baile de máscaras.

A chuva, como estava atenta ao conflito instalado, pôs-se rapidamente a lançar a sua água; conseguiu salvar os participantes que foram secos pelos raios abundantes do sol; estes acabaram por mostrar, de novo, as lindas cores dos seus fatos e vestidos e retomaram o ato de dançar, no exterior.

E é por isso, que ainda hoje, em dias de chuva e sol, o arco-íris veste o céu, que parece querer a todos dizer: «Vai ficar tudo bem».

 

 

Mariana, nº17, 7ºC, aula de Português

 

19/03/2021

Cartas a Francisco Rodrigues Lobo | Professora Paula Ferreira (14)

 

Leiria,04 de março de 2021. 

 

Olá, Francisco Rodrigues Lobo! 

Estou a escrever-te esta carta para te contar sobre as mudanças que a nossa cidade, Leiria, sofreu nos últimos anos.  Talvez não saibas, mas já tens, aqui, uma praça com o teu nome. É verdade! É uma das praças mais importantes de Leiria e, no verão, enche-se de famílias. Na verdade, ultimamente, isso não tem acontecido devido à pandemia que estamos a viver.  Outra novidade é o nosso estádio, onde joga o meu clube do coração, a União de leiria. Um dos sítios de que mais gosto e que foi criado recentemente é o jardim Almoinha Grande. Só é pena que, no verão, não haja muita sombra. Atualmente, é possível fazermos longas caminhadas ao longo do rio, pois foram feitos alguns percursos.  

Como podes ver, a nossa cidade mudou muito, nos últimos anos.  

Gostava que estivesses aqui para a ver.  

Espero que me escreves de volta. 

 

         Um abraço, 

                                                                                    Renato 

           nº23, 7ºC 

 

 

 

 

 

 

P.S- já me esquecia… Também existe uma escola com o teu nome! 

17/03/2021

Cartas a Francisco Rodrigues Lobo | Professora Paula Ferreira (10)

 

Leiria, 04 de março de 2021

 

Caro Rodrigo,

 

Espero que te encontres bem e com saúde.

Eu aqui estou bem!

Estou a escrever-te para saber algumas informações sobre a cidade onde pretendo continuar os meus estudos.

Não sei se te recordas, mas eu estou a terminar um nível de escolaridade, na nossa cidade e pretendo continuar a estudar, na bela cidade de Coimbra.

Sei que gostaste muito da época académica e desejava saber se me podias aconselhar sobre esta minha decisão de continuar os estudos, em Coimbra.

Apesar da área que desejo não ser a das Letras, como era a tua, pois estou mais vocacionada para as Ciências, mesmo assim, acho que a tua opinião me vai ajudar.

Hoje em dia, as coisas estão diferentes. Temos muitas universidades, mas muitas não me despertam a atenção.

Assim como tu dás muito valor às heranças de família, eu também estou a levar em consideração o facto dos meus pais terem estudado, lá!

Pesa, também, na minha escolha, o facto de Coimbra ser uma cidade pequena como é a cidade de Leiria.

Sei, pelo que me contaste, que a cidade de Coimbra tem mais jardins que hoje tem a cidade de Leiria.

A nossa cidade continua apenas com um jardim, com a Sé que conheceste, mas uma das grandes alterações foi o aumento do número de escolas. Para a tua surpresa uma delas tem o teu nome!

Já, agora, as nossas brisas do Lis, que tu tanto gostavas, continuam deliciosas! Por isso, junto a esta carta, segue uma caixa desta iguaria para que te delicies, de novo!

Vou parar com tanta conversa, mas espero, em breve, notícias para me dizeres a tua opinião, acerca da minha decisão.

Tenho muitas saudades tuas e dos nossos serões a declamar os Lusíadas…

 

Se tiveres oportunidade de voltares à nossa cidade, eu própria servirei de guia para a visitares como ela hoje se apresenta: moderna.

Um abraço fraterno,

 

 

Matilde Nunes

Nº21, 7ºC

15/03/2021

Cartas a Francisco Rodrigues Lobo | Professora Paula Ferreira (6)

 

 

 

Leiria,13 de novembro 2021

Olá, Rodrigo!

 

Então, como tens passado? Espero que estejas bem.

Estou a escrever para te dar a conhecer algumas coisas e para dizer o quão importante tu te tornaste, nos últimos séculos.

Só para ficares a par de algumas coisas, conto-te que o mundo está a sofrer com um vírus e uma doença (Covid-19); há pessoas que já estiveram em quarentena e agora estamos todos em confinamento. Então, eu tenho passado os meus dias, em casa.

Já deves ter percebido que já estamos em 2021. Passaram muitos anos, desde o teu nascimento e muitas coisas mudaram.

Aqui, em Leiria, ficaste mais famoso do que já eras e por isso, hoje és recordado. Tens uma praça, que é a mais importante da cidade, e uma escola com o teu nome. Foi criado há poucos anos-penso que há três- um jardim que tem uma estátua a homenagear-te. Nesse jardim, as famílias passeiam com as suas famílias, mas agora não tanto, porque como já te disse estamos, em altura de pandemia e as rotinas mudaram.

E sem ofensa (porque, no teu tempo, a indumentária era muito diferente), as nossas roupas mudaram e para melhor, mas acho que as pessoas não mudaram muito… Bem, eu não tenho certezas…

Gostava muito que viesses aqui visitar a cidade, porque mudou muito e como eu não sei explicar muito bem, podias ver pelos teus próprios olhos.  

Um abraço desta tua amiga.

                                                                                                                                                   Mariana

   Nº17, 7ºC       

 

13/03/2021

Cartas a Francisco Rodrigues Lobo | Professora Paula Ferreira (3)

 

Leiria, 5 de março de 2021

 

 

Querido amigo, Francisco Rodrigues Lobo!

 

Espero que te encontres bem e que ainda não tenhas sido atingido por esta pandemia.

As coisas estão complicadas e neste momento estamos todos em casa. Não há aulas presenciais e só nos conseguimos ver, através de um ecrã do computador. Apesar de estar bem, começo a ter muitas saudades dos meus amigos e da escola.

               Estou a escrever-te esta carta para te falar um pouco sobre a cidade, onde nasceste e viveste – Leiria. Este ano, temos que estudar, pesquisar a tua vida e as obras que deixaste. Adorei saber que viveste na altura da dinastia filipina e isso acaba por explicar a razão de algumas obras estarem escritas em castelhano.

Leiria está uma cidade muito diferente. O castelo continua no seu alto e com uma das vistas mais bonitas sobre a nossa cidade. Ao seu redor e um pouco mais abaixo, podes encontrar a Praça Rodrigues Lobo, que como podes reparar tem o teu nome e uma estátua tua. A estátua é enorme e está virada para o castelo. É a praça mais bonita de Leiria e a mais movimentada. Lá, podes encontrar muitos cafés e restaurantes bons para uma conversa e um café ao final da tarde. É muito agradável! Também, tens uma escola com o teu nome. É uma escola secundária.

Os leirienses saem muito à rua, adoram passear à beira do rio e visitar os museus de Leiria. A vida social das pessoas, sem a pandemia, é muito ativa. Gostam de conviver, sair à noite e estar com os amigos. Até a nossa maneira de vestir é diferente. Um dos nossos novos acessórios é a máscara para a cara. Não havia nada disto, no teu tempo, pois não?

Tenho muitas saudades tuas e principalmente de conversar contigo, na varanda da tua casa de São Pedro de Moel. Ver aquele pôr do sol magnífico.

Quando marcamos um encontro? Este verão, o que achas?

Fico a aguardar por uma resposta tua.

 

Um beijinho

Carolina

Nº7,7ºC

12/03/2021

Cartas a Francisco Rodrigues Lobo | Professora Paula Ferreira (1)

 

 

 

Leiria,03 de março de 2021.

 

Velho amigo poeta:                                                                   

 

 

 

Escrevo para te contar como estão as coisas atualmente e falar sobre o teu reconhecimento.  

Calculo que saibas que as coisas evoluíram muito, desde 1600.Presumo que alguém dever-te-ia ter escrito esta carta a contar estas coisas antes, mas como não sei, dir-te-ei que tens uma estátua, uma, praça e uma escola (em Leiria) com o teu nome. És realmente um poeta muito famoso e os teus poemas  são muito adorados por todos. Um dos teus poemas mais famosos é “Que amor sigo”.

Agora falemos de novas descobertas, das tecnologias… Em 1969, Neil Armstrong foi o primeiro homem a pisar a lua.  Incrível, não é? Wilhelm Conrad inventou o Raio x que serve para ver os ossos das pessoas e analisar o corpo sem ter de o abrir ou  as formas incertas; a penicilina foi o primeiro antibiótico criado para a humanidade  e serve para vencer vírus ou doenças com eficácia; telégrafos  são sistemas de comunicação, onde podemos conversar com as pessoas sem as vermos pessoalmente… Também, em 1953, a dupla espiral do DNA contribuiu muito para o desenvolvimento da engenharia genética; já Apollo 11 e os seus três primeiros homens pisaram o satélite natural da Terra; os Foguetes V-2 foram inventados por nazistas para bombardear Londres; o computador Pilot Ace foi uma das primeiras máquinas inventadas (sabes o que é um computador e para que serve? É um dispositivo que facilita a vida e no qual escrevemos em teclas, nele os ficheiros não necessitam de ser impressos e tem outras funções…); o telemóvel também teve o seu espaço nas invenções, usamo-lo para falar com pessoas que estão distantes, mas há outras funcionalidades associadas a este equipamento.  Estas são algumas das novidades sobre o mundo.

Em relação a Leiria, as coisas mudaram muito. Há carros (meios de transporte) por todo o lado, existem muitas lojas, vê-se lixo no chão, já para não falar dos novos hábitos dos leirienses! Agora, falando do entretenimento, na maioria dos casos, resume-se a ver televisão (é uma "caixa", através da qual passam imagens, filmes…). Resumindo: obviamente que houve mais descobertas e também com importância.

Falemos, agora, dos dois últimos anos. Foi uma longa história que teve o seu início em dezembro de 2019, quando na China surgiu um vírus chamado SARS-COVID-19 (mais conhecido como Covid-19), que mais tarde se viria a alastrar, em fevereiro de 2020, chegando a Portugal.  Desde esse tempo, muita gente tem morrido; outras ficam infetadas e recuperam, após várias semanas, mas na maioria das vezes, ficam com sequelas.

Atualmente, estamos em 2021, confinados em casa e não sabemos quando iremos sair, mas a boa notícia é que os casos baixaram.

 

Despeço-me, assim, com todas estas novidades.

 

Até a uma próxima oportunidade, “cantor do Lis”.

 

 

 

Ariana

     Nº5, 7ºC

 

11/12/2020

Semana dos Direitos Humanos e da Luta contra a Corrupção | Direitos Humanos | Cidadania e Desenvolvimento 7º ano


Os alunos das turmas A, B, C e D, do 7º ano, elaboraram, no âmbito da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, trabalhos alusivos aos “Direitos Humanos”, que resultaram na exposição denominada “E tu…gostarias de estar neste lugar?”. 

O propósito de cada uma das maquetes (trabalhos) era que cada um que as visse se colocasse no lugar daqueles que veem os seus direitos violados e que nada conseguem fazer para alterar a situação. Desta forma, os alunos interiorizaram não só, os direitos humanos e deram-nos a conhecer à restante comunidade educativa, mas também interiorizaram a importância de nos colocarmos no lugar do outro e mostrarmo-nos solidários com o seu sofrimento. 

A ideia da maquete partiu da professora de Educação Visual Isabel Lourenço, a quem muito agradecemos a ideia e as orientações prestadas. A coordenação da atividade esteve a cargo da professora de Cidadania e Desenvolvimento Lídia Raquel Delgado.