14/03/2021

Cartas a Francisco Rodrigues Lobo | Professora Paula Ferreira (5)

 

 

Leiria, 26 de fevereiro de 2021.

 

 

Olá, Francisco Rodrigues Lobo!

Estou a escrever-te esta carta para te contar algumas das mudanças que têm acontecido, em Leiria, nos últimos tempos.

Leiria transformou-se numa linda cidade repleta de flores e jardins. Temos, junto ao rio, um percurso que é muito agradável e que atrai muitas pessoas, principalmente ao fim-de-semana.

Devo dizer-te que tens uma praça só para ti, a Praça Rodrigues Lobo e nas noites de verão, é muito agradável frequentá-la, porque é um local de convívio, onde se juntam as famílias e os amigos. E como não poderia deixar de ser, tens uma escola com o teu nome.  Ficaste admirado, meu amigo?

Gostava que viesses visitar-me e ver a nova cidade que se construiu, depois da tua partida.

Espero por ti, em abril.

             Um beijinho,

                                                                                   Iara  

Nº12, 7ºE                   

 

 

PS: Gosto muito dos teus livros!

Cartas a Francisco Rodrigues Lobo | Professora Inês Pais 5

 

 

                                                                             Leiria, 4 de março de 2021

Caro Francisco,

 

  Leiria mudou muito nestes últimos tempos e tenho prazer em dizer-lhe que é uma cidade linda, cheia de praças e atrações como o castelo de Leiria. Mas claro que deve ter perdido muitas de suas belezas por causa da urbanização, que nesta época está muito intensa e continuará, com as pessoas sempre modernizando casas e construções, porém acredito que preservarão muitos monumentos para conservar o passado e garantir que o futuro saiba sobre os grandes feitos e conquistas da época antiga.

  Nesta cidade houve mudanças significativas,  por exemplo a construção do Estádio Dr. Magalhães Pessoa, o Shopping de Leiria, além de muitas instituições de educação como escolas e universidades, onde as oportunidades de ensino aumentaram e, devido a isto, a população encontra-se muito mais desenvolvida. Felizmente também posso informá-lo que o Santuário de Nossa Senhora da Encarnação ainda continua aqui, e parece ser uma bela obra de arte da arquitetura.

Sou novo neste lugar e planeio ainda um dia visitar muitas atrações daqui, inclusive o monumento que lhe foi dedicado.

 

Um abraço.

 

                                                                  João Ferreira 7D N°9

Cartas a Francisco Rodrigues Lobo | Professora Paula Ferreira (4)

 

 

Leiria, 2 de dezembro de 2021

 

Meu querido amigo,

Estou a mandar-te esta carta, porque tenho muitas saudades tuas.

Como vai a tua vida de poeta?

Esta carta está a ser escrita, no ano em que me encontro a concluir o 7º ano e qual não vai ser o teu espanto, quando começar a escrever sobre Leiria.

A nossa cidade está muito diferente, apresenta-se mais moderna, devido aos empreendimentos turísticos.

As pessoas revelam-se, também, diferentes. Não sei, mas dão-me a sensação de que estão de costas voltadas para a vida. São mais arrogantes e vestem-se com roupas de marca. Nada a ver com o teu tempo de criança!

Reforço as saudades que tenho de ti.

Aparece!

Um abraço deste teu amigo,

 

Francisco Rosa

Nº9, 7ºE

Cartas a Francisco Rodrigues Lobo | Professora Inês Pais 4

 

Leiria, 01 Março 2021

 

 

Caro Francisco,

 

Estou-lhe a escrever para o pôr ao corrente das várias transformações que a nossa cidade sofreu desde os seus dias até agora.

Leiria continuou a desenvolver-se à volta do castelo tendo-se tornado uma cidade moderna, desenvolvida, com várias escolas, (imagine que as meninas também veem à escola), Zonas Industriais, museus, vários espaços verdes, de que eu gosto especialmente, onde podemos passear, praticar desporto, e ao longo do ano se realizam alguns eventos culturais, que penso seriam bastante do seu agrado, tais como o Festival “A Porta”, o Festival de Música na Cidade, o Festival Entremuralhas, etc.

O senhor não sabe, mas as ruas da cidade, vilas e aldeias, atualmente, já não são iluminadas por lamparinas, mas sim por lâmpadas a energia elétrica. Aposto que se visse, iria ficar surpreendido, principalmente na altura do Natal, em que a cidade fica toda iluminada.

As pessoas hoje em dia, já não se deslocam de carroças puxadas por burros, ou cavalos, mas sim em veículos automóveis, que facilitam bastante as deslocações, tornando- as mais rápidas e cómodas, mas ao mesmo tempo, também tornam o ambiente mais poluído, devido aos gases tóxicos que libertam.

Espero que tenha gostado destas notícias da nossa cidade, e que nos possa visitar em breve

Sem mais de momento

 

                                                                       João Luís Moreira Leite da Costa

Nº 8  7ºD

 

13/03/2021

Há um ano - "Meninos de todas as cores" | Clube de Fantoches





O Clube de Fantoches D. Dinis, coordenado pela Encarregada de Educação Natália Gameiro, elaborou um vídeo, da participação do dia 9 de Março 2020, com a história "Meninos de todas as cores", no JI Capuchos, durante a Semana da Leitura. 

Querem desta forma lembrar o trabalho desenvolvido com os alunos do Clube e mostrar as saudades que têm deles. 

A Biblioteca Escolar D. Dinis agradece todo o trabalho desenvolvido pelas Encarregadas de Educação e demais colaboradores voluntários, apesar das circunstâncias determinadas pela pandemia COVID-19, adaptando-o e colaborando nas diferentes atividades realizadas em articulação.


Cartas a Francisco Rodrigues Lobo | Professora Paula Ferreira (3)

 

Leiria, 5 de março de 2021

 

 

Querido amigo, Francisco Rodrigues Lobo!

 

Espero que te encontres bem e que ainda não tenhas sido atingido por esta pandemia.

As coisas estão complicadas e neste momento estamos todos em casa. Não há aulas presenciais e só nos conseguimos ver, através de um ecrã do computador. Apesar de estar bem, começo a ter muitas saudades dos meus amigos e da escola.

               Estou a escrever-te esta carta para te falar um pouco sobre a cidade, onde nasceste e viveste – Leiria. Este ano, temos que estudar, pesquisar a tua vida e as obras que deixaste. Adorei saber que viveste na altura da dinastia filipina e isso acaba por explicar a razão de algumas obras estarem escritas em castelhano.

Leiria está uma cidade muito diferente. O castelo continua no seu alto e com uma das vistas mais bonitas sobre a nossa cidade. Ao seu redor e um pouco mais abaixo, podes encontrar a Praça Rodrigues Lobo, que como podes reparar tem o teu nome e uma estátua tua. A estátua é enorme e está virada para o castelo. É a praça mais bonita de Leiria e a mais movimentada. Lá, podes encontrar muitos cafés e restaurantes bons para uma conversa e um café ao final da tarde. É muito agradável! Também, tens uma escola com o teu nome. É uma escola secundária.

Os leirienses saem muito à rua, adoram passear à beira do rio e visitar os museus de Leiria. A vida social das pessoas, sem a pandemia, é muito ativa. Gostam de conviver, sair à noite e estar com os amigos. Até a nossa maneira de vestir é diferente. Um dos nossos novos acessórios é a máscara para a cara. Não havia nada disto, no teu tempo, pois não?

Tenho muitas saudades tuas e principalmente de conversar contigo, na varanda da tua casa de São Pedro de Moel. Ver aquele pôr do sol magnífico.

Quando marcamos um encontro? Este verão, o que achas?

Fico a aguardar por uma resposta tua.

 

Um beijinho

Carolina

Nº7,7ºC

Cartas a Francisco Rodrigues Lobo | Professora Inês Pais 3

 

Leiria, 26 de fevereiro de 2021

 

          Caro Francisco Rodrigues Lobo

          Espero que se encontre bem nesse novo mundo, que já deve conhecer, pois já aí vive há cerca quatrocentos anos. Deve sentir-se um herói português junto de D. Afonso Henriques, Pedro Álvares Cabral e entre outros.

          Vou informá-lo de como estão as coisas por Leiria. A cidade evoluiu muito e também a população. A praça, que hoje tem o seu nome, tem restaurantes e lojas à volta, e continua muito bonita. Por ter sido muito importante na cidade, fizeram uma estátua, em sua homenagem, na Praça Rodrigues Lobo, e também fizeram uma escola com o seu nome, onde a minha irmã já andou e de que gostou muito. O ensino melhorou e agora as crianças podem aprender, estudar e a fazer poemas.

 Vou-lhe falar de um poema que escreveu “Vai o rio de monte a monte, Como passarei sem ponte?”. Eu gostei muito deste poema por ser simples e engraçado. Queria dizer só uma última coisa, a inteligência humana desenvolveu-se muito e com isso desenvolveram-se  aparelhos, máquinas, veículos a motor e muitos mais.

          E agora vou-me despedir do senhor, espero que chegue a ler esta carta que eu fiz para si.

           Os meus abraços

Alexandre Ferreira

P.S. Se encontrar o senhor Raúl Faustino de Sousa, que também viveu em Leiria e é meu tio, gostava que lhe mandasse um abraço.

 

Nº 3,  7ºF